Alyssa Sheil, influenciadora digital de 21 anos com 430 mil seguidores, está enfrentando um processo judicial movido por Sydney Nicole Gifford, também criadora de conteúdo, que a acusa de plagiar seu estilo minimalista e prejudicar seus ganhos financeiros. A ação reacende o debate sobre os limites entre inspiração e cópia no competitivo universo das redes sociais.
A disputa entre Alyssa Sheil e Sydney Nicole
Gifford alega que Sheil reproduziu suas postagens, replicando tanto a estética quanto o tipo de conteúdo, como vídeos de unboxing e compras online, sempre apresentados em ambientes com tons neutros e decoração clean. Segundo ela, essas semelhanças diluíram sua identidade online e afetaram seu crescimento no mercado digital.
Por outro lado, Sheil afirma que sua abordagem é apenas uma manifestação de uma tendência amplamente popular entre mulheres jovens. “O estilo minimalista não pertence a ninguém. É uma estética crescente que reflete o gosto da nossa geração”, declarou a influenciadora.
O caso levanta uma questão crucial no mundo digital: até que ponto a propriedade intelectual pode ser aplicada a estilos e tendências comuns? Especialistas apontam que a falta de diretrizes claras sobre o que constitui cópia em plataformas sociais pode tornar casos como este cada vez mais frequentes.
O desfecho desse processo poderá estabelecer precedentes importantes para a proteção de conteúdos e marcas pessoais no mercado de influenciadores, onde a originalidade é essencial para se destacar em meio à enxurrada de informações.



