A revista Time nomeou Elton John como Ícone do Ano em 2024, celebrando sua extensa carreira e influência na música, filantropia e cultura. Em uma entrevista à publicação, Elton relembrou momentos marcantes de sua trajetória e refletiu sobre o impacto que deseja deixar.
“Se as pessoas se lembrarem de que tentamos mudar o mundo um pouco, fomos gentis, tentamos ajudar as pessoas… E então, além disso, havia a música”, disse Elton.
Belinda Luscombe, escritora da Time, descreveu o cantor como uma chama inextinguível. “Seus 57 hits no Top 40 dos EUA foram lançados principalmente durante sua juventude selvagem, mas ele encontrou um segundo ato com músicas para filmes da Disney, pelos quais ganhou dois Oscars, e um terceiro ao compor para musicais da Broadway, que lhe renderam um Tony”, pontuou.
O artigo também destaca o atual momento de Elton, que abraça colaborações com artistas contemporâneos. Seu recente sucesso com Cold Heart, ao lado de Dua Lipa, exemplifica sua relevância contínua.
Na entrevista, Elton também falou sobre temas pessoais, como sua sobriedade e relação com a mãe falecida, além de refletir sobre seu desconforto com videoclipes. “Os clipes devem ser feitos por pessoas bonitas como Harry Styles. Não sou muito bom em me olhar”, admitiu.
Sobre o recente encerramento precoce do musical Tammy Faye, para o qual compôs a trilha sonora, Elton manteve o otimismo. “É uma pena para todos que trabalharam tanto, mas é o que acontece quando você se arrisca”, comentou.
Artistas como Dua Lipa e Chappell Roan, apoiados por Elton John, destacaram a importância de sua influência. “Cantar ao lado de um dos meus heróis musicais foi algo óbvio”, disse Dua. Já Roan relembrou um conselho de Elton: “As músicas viriam. Ele pensou que não teria as ideias, mas elas estavam absolutamente lá.”



