O live-action Branca de Neve, da Disney, vem enfrentando críticas pesadas e resultados decepcionantes nas bilheteiras, sendo apontado como um dos maiores fracassos recentes do estúdio. Um dos principais alvos de polêmica é a protagonista Rachel Zegler, cuja atuação e declarações públicas têm gerado controvérsias desde o anúncio do projeto.
Escolha de Rachel para interpretar Branca de Neve
A escolha de Zegler, uma atriz de origem latina, dividiu opiniões. Enquanto muitos celebraram a representatividade, outros acusaram a Disney de promover uma “agenda woke”, alegando distanciamento da história original. As críticas a0umentaram após declarações da atriz sobre o filme animado de 1937, que ela classificou como “desatualizado” e problemático, especialmente por retratar uma protagonista passiva e um beijo do príncipe sem consentimento.
Além disso, posicionamentos políticos da atriz também foram alvo de debate. Zegler fez críticas ao ex-presidente Donald Trump e expressou apoio à Palestina durante o conflito com Israel, o que teria gerado desconforto entre parte do público norte-americano. Segundo fontes, a Disney teria pedido que ela moderasse suas falas, mas a atriz optou por manter suas posições públicas.
Reformulação dos sete anões
A reformulação dos Sete Anões também gerou controvérsia. O ator Peter Dinklage criticou o uso de estereótipos, enquanto outros defenderam a importância de se preservar oportunidades para atores com nanismo. A solução da Disney foi utilizar efeitos visuais para criar os personagens, escalando apenas um ator com nanismo para o elenco.
Em meio ao turbilhão de críticas, a Disney realizou mudanças no cronograma de divulgação, com refilmagens e pouca promoção internacional. A estratégia, no entanto, não foi suficiente para reverter a má recepção do público.
Fãs e amigos apoiaram Zegler
Apesar das dificuldades, Rachel Zegler recebeu apoio de colegas e fãs nas redes sociais. Nomes como o ator Pedro Pascal saíram em defesa da atriz, destacando sua coragem e talento.
O caso de Branca de Neve reacende o debate sobre adaptações de clássicos e os desafios de equilibrar modernização, representatividade e fidelidade às obras originais.



