Lobisomem - Foto: Divulgação/Universal
Lobisomem - Foto: Divulgação/Universal

Invente de fazer um bolo, pegue a receita e a mude completamente tentando deixar a mesa essência, é isso que esse filme faz. Em Lobisomem vemos Blake retornando a fazenda de seu pai junto com sua esposa e sua filha, ao chegarem próximo a casa são surpreendidos e atacados por uma criatura misteriosa, deixando Blake ferido. A família então se refugia na casa onde Blake viveu com seu pai, é nesse instante em que o enredo se torna o menos ambicioso possivel, são apenas os três dentro da casa, enquanto Blake esta sofrendo com a transformação, Charlote sua esposa e Ginger a filha estão tentando entender o que esta acontecendo, e o que os atacou naquela mata.

Aqui a transformação é tratada como uma doença, onde aos poucos vai consumindo Blake e o deixando fora de si, algo como um vírus mesmo. Os elementos de terror estão presentes deixando o filme tenso a maior parte do tempo e os Jump Scare funcionam.

Neste filme só veremos apenas uma vitima que é morta pela fera, a mesma que ataca Blake e sua família, e mesmo assim a  morte não é algo impactante, o que faz o gênero ser reinventado, não é algo como o original de 1941 ou o remake de 2008, aqui é uma nova história, em uma época diferente com outros personagens, tudo aqui é novo.

O visual do Lobisomem é simples, realizado completamente em efeito prático e não remete muito a um lobo, para mim não é o ponto forte do filme, ele tem um visual legal, e não passa disso, até por que quando o estúdio vende o filme como um remake, é impossivel não lembrar de como era a criatura no filme de 2008, algo realmente parecendo um lobo.